Vai começar o Rio Open 2026 com grandes estrelas do tênis mundial

O Rio Open 2026 começa esta semana no Jockey Club Brasileiro, trazendo muita emoção às quadras do maior torneio de tênis da América do Sul. A 12ª edição do evento acontece entre 14 e 22 de fevereiro e contará com grandes estrelas do circuito internacional, garantindo partidas de alto nível e uma experiência completa para o público.

A ATP divulgou a lista oficial de jogadores inscritos, e o torneio promete fortes emoções. O número 5 do mundo, Lorenzo Musetti, encabeça o line-up, que também conta com outros sete tenistas do top 50. O único brasileiro classificado diretamente, a sensação João Fonseca, é o quarto melhor colocado do elenco, que ainda terá Matteo Berrettini, ex-número seis do mundo e finalista de Wimbledon em 2021, o carismático francês Gael Monfils, que colocou o Rio Open na rota de despedida do circuito, e o atual bicampeão do Rio Open, o argentino Sebastian Báez.
Em grande fase, Lorenzo Musetti consolida-se como um dos principais nomes do circuito, especialmente no saibro, sua superfície favorita. Aos 23 anos, o italiano disputou sua primeira final de Masters 1000 em Monte Carlo, chegou às semifinais de Roland Garros e nos Masters 1000 de Madri e Roma, e terminou 2025 com vaga no ATP Finals, reunindo os oito melhores tenistas do ano. Em 2026, Musetti chega ao Rio Open em sua segunda participação, após conquistar recentemente o título de duplas e o vice-campeonato em simples no ATP 250 de Hong Kong, ocupando agora a 5ª posição do ranking mundial.

O Rio Open é o principal torneio de tênis da América do Sul. Realizado anualmente no Jockey Club Brasileiro, o evento atrai mais de 65 mil pessoas ao longo de nove dias de torneio, movimenta cerca de R$ 170 milhões na economia fluminense e gera mais de 5 mil empregos diretos e indiretos. Transmitido ao vivo para mais de 140 países, o torneio reforça a imagem do Rio como destino global do esporte e do entretenimento.
Além do alto nível nas quadras, o público poderá aproveitar o melhor da gastronomia carioca no charmoso e badalado Leblon Boulevard, área interativa do evento com 10 mil m² e espaços cobertos. Entre as novidades desta edição estão Benola Burguer, Francese e Jappa da Quitanda, garantindo uma experiência completa para quem visita o torneio.
O Rio Open também mantém seu compromisso com um ambiente seguro e acolhedor, oferecendo um canal de Ouvidoria para relatar situações de assédio, discriminação ou agressão, reforçando que todos podem aproveitar o evento com tranquilidade.
Para Marcia Casz, diretora-geral do torneio, a iniciativa reforça o compromisso com respeito e convivência: “Queremos que o Rio Open seja um espaço de alegria, harmonia e diversão. Iniciativas como essa ajudam a prevenir atitudes de desrespeito e fortalecem a relação com todos os públicos.”
Com nove dias de jogos, o Rio Open movimenta a
economia local, atrai milhares de fãs de tênis e transforma o Rio de Janeiro em destino esportivo internacional. O evento combina partidas emocionantes, gastronomia de qualidade e uma experiência completa para o público, oferecendo conforto, segurança e a chance de ver de perto os maiores nomes do tênis mundial.
Serviço:
Data: 14 a 22 de fevereiro de 2026
Local: Jockey Club Brasileiro- Av. Borges de Medeiros, 701 – Lagoa, Rio de Janeiro
Onde comprar: www.eventim.com.br
Para conferir a programação completa do Rio Open 2026, acesse o site: www.rioopen.com






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Acabou a espera: nos dias 6 e 13 de fevereiro, o Monobloco realiza seus já tradicionais ensaios antes do desfile de 2026, na Fundição Progresso, no coração da Lapa. Mais do que aquecer os tamborins, os encontros funcionam como um verdadeiro ritual de abertura do Carnaval na cidade.


Inspirado pela energia vibrante do verão e pela pluralidade cultural do Rio, o Carnaval do Fairmont Rio reafirma o posicionamento do hotel como um espaço conectado à cidade e aos seus movimentos. A programação vai além da experiência de hospedagem e propõe encontros que celebram a música, a fantasia e o espírito carnavalesco em um dos cenários mais icônicos do mundo: a orla de Copacabana.
Além do baile, outro destaque da programação é a tradicional Feijoada da Apuração, que acontece no clima de expectativa que antecede a divulgação oficial das notas das escolas de samba. A edição contará com show de Marvvila e participação da bateria da escola de Duque de Caxias, reforçando a conexão do Fairmont Rio com o samba e com as agremiações que constroem a história do Carnaval carioca.



O repertório reúne clássicos como Dona, Whisky a Go Go, Volta pra Mim, A Viagem, entre outros sucessos que prometem coro afinado do início ao fim. A apresentação também reserva surpresas, novas versões de faixas consagradas e momentos especiais preparados especialmente para os fãs.
Em 2026, a CasaBloco retorna ao Jockey Club Brasileiro e ao MAM Rio, entre os dias 27 e 31 de janeiro, ocupando dois dos espaços culturais mais emblemáticos da cidade com uma programação intensa e plural, que ultrapassa 10 horas diárias de atividades. A agenda transforma os locais em grandes polos de encontro entre música, cultura e Carnaval, criando um ambiente onde tradição e atualidade caminham juntas.
A curadoria aposta na mistura entre samba, frevo, música nordestina, pop, rock brasileiro, funk e expressões típicas do Carnaval, criando uma programação que se estende da tarde até a madrugada e convida o público a circular entre palcos, atividades e ambientes, vivenciando o Carnaval para além dos desfiles e dos blocos de rua.

Carnaval, a experiência vai além da arquibancada. Nos camarotes, o público acompanha cada detalhe da avenida com vista privilegiada, conforto e uma estrutura que transforma a noite em festa do início ao fim.
O serviço all inclusive é um dos grandes destaques dessa experiência. Gastronomia variada, bares bem servidos e drinks circulando durante toda a noite reforçam o clima de celebração que toma conta do espaço enquanto as escolas desfilam na Avenida.
Durante a cobertura, conversamos com Tadeu Silva, gerente-geral do Camarote King, que destacou que a preparação do espaço começa logo após o encerramento da festa. “Assim que acaba o Carnaval de 2026, já iniciamos os ajustes e o planejamento para o Carnaval de 2027. É um trabalho contínuo, que acontece ao longo de todo o ano”, explica.


Aos 76 anos, o consagrado intérprete do Carnaval brasileiro inicia uma nova etapa artística, focada em expandir sua contribuição à música brasileira para além da Avenida, mas sem se afastar de sua escola de coração. Após cinco décadas como a voz oficial da Beija-Flor de Nilópolis, Neguinho anunciou que não seguirá mais como intérprete principal da agremiação. A decisão marca o fim de um ciclo vitorioso que ajudou a transformar o desfile da escola em um espetáculo inesquecível para milhões de foliões. Apesar disso, o artista garante: continuará participando dos desfiles da Beija-Flor, mantendo o vínculo afetivo e cultural com a comunidade de Nilópolis, com quem construiu uma relação profunda ao longo dos anos. “Quero que conheçam o meu lado cantor, não apenas o intérprete de Carnaval”, afirmou Neguinho, reforçando sua decisão de investir em novos projetos e explorar outras vertentes da música popular brasileira.

Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes nasceu na Casa da Mãe Pobre, em Vila Isabel, e cresceu na Baixada Fluminense. Filho de um padeiro e músico amador e de uma diarista, teve seu primeiro contato com o samba ainda menino. Começou no bloco Leão de Iguaçu e, em 1975, chegou à Beija-Flor. “Me deram a responsabilidade de cantar na Avenida o samba e a Beija-Flor, para a minha felicidade, foi campeão. Pela primeira vez, uma escola considerada de médio porte ganhou das quatro grandes”, lembra. No ano seguinte, estreou como intérprete oficial com o samba Sonhar com Rei Dá Leão, que levou a escola ao título de campeã. A partir dali, sua voz se tornaria símbolo do Carnaval carioca.
A Imperatriz Leopoldinense prepara um dos desfiles mais aguardados do Carnaval 2026 ao apresentar um samba enredo em homenagem a Ney Matogrosso, um dos artistas mais revolucionários e emblemáticos da música brasileira.
O samba enredo nasce a partir da obra e da construção simbólica de Ney Matogrosso como figura artística à margem.

Fruto de dois anos de pesquisa e seis meses de preparação intensa, o espetáculo constrói um delicado diálogo poético entre Clarice Lispector e quatro de suas personagens, presentes em obras emblemáticas como Perto do Coração Selvagem, Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres e nos contos Amor e Perdoando Deus. Textos extraídos de entrevistas, correspondências e da própria obra literária da autora formam um mosaico íntimo que aborda temas universais como vida e morte, criação, Deus, cotidiano, silêncio, solidão, entrega, inspiração e entendimento.
Ao longo de mais de um mês, o público poderá viver experiências imersivas que exaltam a cultura do samba, com encontros musicais emblemáticos, aulas de samba no pé, oficinas carnavalescas e apresentações das 12 escolas de samba do Grupo Especial, além de diversas ativações pensadas para aproximar ainda mais os foliões do universo do carnaval carioca.
Serviço:
Em formato intimista, Roberta divide o palco com Alaan Monteiro no bandolim e Gabriel de Aquino no violão, criando um ambiente de proximidade e delicadeza que valoriza cada canção. O espetáculo revisita momentos marcantes de sua carreira em um repertório cuidadosamente escolhido, que reúne clássicos como “Eu Sambo Mesmo”, “Cocada”, “Pavilhão de Espelhos”, “Casa Pré Fabricada”, “Fogo de Palha” e “O Lenço e o Lençol”, além de “Olho de Boi”, faixa que inspira o título do projeto a partir do verso “Tudo o que cantei sou”.
Mais do que uma retrospectiva, “Tudo Que Cantei Sou” marca o início de uma nova fase na carreira de Roberta Sá, unindo memória, identidade e renovação. No palco do Teatro Riachuelo Rio, o público é convidado a acompanhar essa travessia musical feita de afeto, elegância e verdade, uma celebração da canção brasileira e de tudo o que, ao ser cantado, se transforma em quem somos.

maiores criadores da cultura brasileira. Em cartaz no CCBB RJ, “Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva” ocupa 780m² entre a rotunda e o primeiro andar da instituição e convida crianças, jovens e adultos a entrarem literalmente na mente do artista que criou personagens eternos como a Turma da Mônica, Chico Bento, Horácio, Penadinho e tantos outros.
Logo na rotunda, o visitante é recebido por uma grande praça cenográfica com tela de cinema, onde os personagens narram a história de Mauricio enquanto os traços ganham vida. Ao olhar para cima, a famosa claraboia do CCBB abriga um vitral inspirado no universo do artista. A partir daí, o percurso se transforma em uma verdadeira travessia afetiva: cadernos da infância, fotos raras, os primeiros gibis publicados e cerca de 210 itens originais de acervo pessoal, além de mais de 200 reproduções de desenhos, vídeos e registros históricos.
No palco, Mônica Martelli dá vida à personagem Fernanda, uma mulher casada há oito anos que enfrenta uma profunda crise no relacionamento. Com humor afiado e muita identificação, a protagonista tenta encontrar saídas para os conflitos cotidianos do casamento, como a rotina desgastante, a falta de libido, o acúmulo de mágoas e as expectativas frustradas. “A personagem luta contra o medo da separação, o medo da solidão, o medo de ressignificar sua vida e, claro, o medo de se separar com 45 anos numa sociedade machista onde a mulher não tem permissão para envelhecer”, explica Mônica.
Desde sua estreia, em 2017, o espetáculo percorreu dezenas de cidades brasileiras, sempre com sessões esgotadas, acumulando mais de 300 mil espectadores e cinco indicações a prêmios. O enorme sucesso nos palcos levou a história para o cinema, em uma adaptação protagonizada por Mônica Martelli ao lado de Paulo Gustavo (1978 2021), marcando a última parceria dos dois e emocionando o público em todo o país.
Estrelado por Bianca Bin e Edson Fieschi, o espetáculo acompanha Jane, uma profissional responsável por filtrar conteúdos impróprios na internet. Após anos exposta ao lado mais sombrio do ambiente digital, ela sofre um colapso emocional e passa a frequentar sessões com um terapeuta. A partir desse encontro, a narrativa se transforma em um jogo tenso e instigante, onde verdade, controle e fragilidade humana se confrontam.