“A Coisa” encerra temporada com sessões lotadas e elogios
O público tem apenas mais uma chance para conferir “A Coisa”, espetáculo que chega à última semana de apresentações no Teatro Ipanema, com sessões de sexta a domingo, às 20h. Após duas temporadas de casa cheia, a montagem retorna em grande estilo e se despede agora com sessões que prometem emocionar, surpreender e fazer rir — tudo isso em meio a uma atmosfera inusitada, reflexiva e absolutamente atual.
Idealizada, dirigida e encenada por André Dale, George Sauma e Leandro Soares — nomes com mais de 20 anos de trajetória nos palcos e nas telas —, “A Coisa” é uma comédia com elementos surrealistas que investiga os bastidores do teatro e o próprio ato de representar. O espetáculo mistura gêneros e estilos, transitando com fluidez entre o cômico, o existencial e o absurdo, numa encenação ágil, criativa e cheia de surpresas.
A peça se inspira em universos como os das séries Black Mirror e Severance para criar uma realidade paralela em que os pilares do teatro — dramaturgia, direção e atuação — são postos à prova. Dividida em três atos (“A Coisa”, “O Enigma” e “A Máscara”), a narrativa apresenta situações improváveis e instigantes: amigos que desconfiam da própria autonomia, estranhos presos em um jogo de segredos sem lógica, e atores que enfrentam a perda completa de expressão facial. Tudo isso é entremeado por solos e entreatos que dialogam com os bastidores do fazer teatral — da luz à coxia, da projeção à presença.
Para Leandro Soares, autor do texto e criador da série Vai Que Cola, o teatro é uma metáfora da própria vida: “Se o teatro nos ensina que a vida é efêmera, também nos mostra que a única arma contra a finitude é o agora.” Ao lado de André Dale (coautor e diretor) e George Sauma (que também assina a música original), Soares cria um espetáculo que provoca o pensamento, diverte e emociona.
A montagem ainda reúne uma equipe criativa de destaque: Clarice Sauma (desenho de luz), Pedro Nêgo (direção musical), Júlia Marina (cenografia), Lua Blanco (visagismo e redes sociais), Rafael Defeo (coreografia) e Érida Castello Branco (treinamento em Commedia Dell’Arte). A produção executiva é de Rodrigo Cavalini, com produção geral de Paula Furtado.
Mais do que uma comédia, “A Coisa” é uma reflexão sobre identidade, aparência, presença e verdade em tempos de redes sociais e narrativas fragmentadas. Em meio ao caos, à crítica e ao nonsense, o espetáculo nos lembra daquilo que ainda nos move: o afeto, o encontro e o aqui e agora.
SERVIÇO:
Espetáculo “A Coisa”
Temporada: de 04 de julho a 03 de agosto, de 6ª a Domingo.
Horário: 20h.
Local: Teatro Ipanema Rubens Corrêa.
Endereço: Rua Prudente de Morais, 824, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ.
Classificação: 16 anos.
Duração: 70 minutos.
Ingressos: R$60,00 (inteira) R$30,00 (meia-entrada).
Link para compra de ingressos: https://linktr.ee/acoisateatro






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“Poder estar aqui hoje para mostrar a vitória do meu trabalho, inspirar outras pessoas e representar meu segmento ao lado de dois ídolos é um sonho.”
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Entre os destaques gastronômicos estão:
O ambiente é acolhedor, com uma decoração que remete aos anos dourados da Bossa Nova. Fotografias históricas e memorabilia homenageiam os grandes nomes da música brasileira, criando uma atmosfera nostálgica e elegante. O espaço é dividido em dois andares: no térreo funciona o restaurante, enquanto o andar superior é reservado às apresentações musicais ao vivo, que prometem encantar cariocas e turistas.
No palco, trinta artistas dão vida a uma tribo cheia de energia e inquietações, embalada por músicas que transcenderam o teatro e se tornaram verdadeiros hinos, como Aquarius e Let the Sunshine In. O elenco mistura rostos conhecidos e novos talentos selecionados entre milhares de candidatos em audições abertas por todo o Brasil. Entre os protagonistas, estão Rodrigo Simas (Berger) e Eduardo Borelli (Claude), acompanhados por Estrela Blanco, Thati Lopes, Drayson Menezes, Giovanna Rangel, Beatriz Martins, Pietro Dal Monte, Thany Parente, Vinicius Cafer, Wagner Lima, Rafa Vieira, entre muitos outros nomes que formam um time potente e diverso.
A origem do espetáculo também é revolucionária. Criado por Gerome Ragni e James Rado, o texto nasceu do desejo de captar o espírito de uma juventude inconformada com guerras, preconceitos e repressões. Em apenas três meses, o compositor Galt MacDermot deu forma musical a esse sentimento coletivo, criando uma trilha sonora que traduz o desejo por um mundo mais justo, livre e humano.




No térreo, o Pátio tem o fogo como protagonista, com carnes na parrilla e vegetais direto da grelha. O cardápio também contempla o público vegano e vegetariano, com opções saborosas como o mix de legumes grelhados com azeite de alecrim e flor de sal (R$ 54) e o palmito pupunha na grelha com manteiga de ervas (R$ 42 a meia porção, R$ 78 a inteira).
Acompanhamentos variados, como farofas (a partir de R$ 32), saladas (a partir de R$ 36) e molhos especiais — chimichurri, manteiga de ervas e vinagrete — completam as refeições. Entre as entradas, destacam-se o ceviche de peixe fresco (R$ 54) e as empanadas de fraldinha (R$ 24), cordeiro (R$ 25) e queijo (R$ 20), vendidas por unidade.
No bar, a carta de drinques assinada por Jessica Sanchez — eleita pela Forbes a melhor bartender da América Latina — é um espetáculo à parte. Entre as criações, destacam-se o Pátio CK (R$ 44), com tequila prata, maracujá, limão, hortelã e bitters; o Garden (R$ 46), com gin, pitaya, flor de sabugueiro e limão siciliano; e o Rose Cocktail (R$ 46), com vodka, acerola, hortelã e grapefruit clarificados.
Samba 90 Graus – 28 de Junho
Ana Carolina – dia 12 de Julho
Além das fotografias de João e Afonso, a exposição também inclui imagens do acervo pessoal de Ana Oliveira, moradora da comunidade que reuniu retratos de família e eventos sociais, como casamentos, aniversários, batizados, jogos de futebol, formaturas e até momentos de construção de casas. “Essas imagens nos revelam outras versões da história das cidades e das populações de favela no Brasil, contadas a partir da experiência cotidiana dos moradores. São memórias que, por muito tempo invisibilizadas, agora ganham protagonismo”, destaca Guilherme Cunha.
Outros artistas de peso também estão confirmados, como Liniker e Marina Sena, duas estrelas da nova cena musical brasileira, além de nomes consagrados como Alceu Valença, Alcione, Frejat, Biquini Cavadão, Teresa Cristina e Duda Beat.
Para dar vida ao personagem, José de Abreu encara uma transformação física intensa. O ator utiliza uma prótese facial e um figurino com enchimentos e climatização, desenvolvido por Carlos Alberto Nunes, com caracterização da visagista Mona Magalhães, ambos da Unirio.
O acervo
Celebrando os 40 anos do álbum Exagerado, a exposição CAZUZA EXAGERADO será inaugurada no dia 12 de junho, ocupando mais de 1.500 metros quadrados no terraço do Shopping Leblon — bairro onde o artista viveu e se tornou símbolo da cena cultural carioca e nacional.
O público poderá conferir de perto itens raros do acervo pessoal preservado por Lucinha Araújo, mãe do artista e presidente da Sociedade Viva Cazuza. Entre os destaques: roupas de palco, manuscritos de letras e poemas, cartas, objetos pessoais, documentos, desenhos, fotos e vídeos inéditos. Muitos desses materiais serão expostos ao público pela primeira vez.
A exposição também apresenta áudios, vídeos, matérias de jornais e revistas digitalizadas, além de depoimentos de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Fernanda Montenegro, Frejat e Caio Fernando Abreu. “Reunimos memórias, sons, imagens e emoções que estavam comigo e que agora poderão tocar novas pessoas”, afirma Lucinha Araújo. “É uma exposição feita com o coração, pensando em quem ama música e acredita na força da arte.”