GÁS VERDE
BIOMETANO
DO LIXO À ENERGIA
PARA A INDÚSTRIA
Conheça a solução oferecida pela Gás Verde para que empresas descarbonizem processos industriais e sua logística. A companhia está em seis estados brasileiros e produz combustível renovável a partir de resíduos orgânicos de aterros sanitários.
O biometano vem consolidando seu papel como uma das principais alternativas para a descarbonização da indústria no Brasil e está avançando também no transporte de cargas. Maior produtora de biometano da América Latina, a Gás Verde abastece atualmente empresas como Ambev, Nestlé, Saint-Gobain, Haleon, Henkel, Stellantis, Ternium, Knauf, Vesuvius e Grupo L’Oréal no Brasil, que utilizam o combustível renovável em seus processos produtivos.

Gerado a partir da decomposição de resíduos orgânicos, o biometano reduz em até 99% as emissões de gases de efeito estufa (GEE), é intercambiável com o gás natural e pode ser utilizado tanto em processos industriais quanto em veículos movidos a gás. Além disso, é uma fonte de energia economicamente previsível: não sofre com as variações do câmbio e do petróleo, por ser produzido 100% em território nacional e variar com o IPCA.
Atualmente, a Gás Verde produz 160 mil metros cúbicos de biometano por dia em suas plantas no aterro sanitário de Seropédica (RJ) e em São Paulo.
Nos próximos anos, a companhia planeja ampliar sua capacidade para 650 mil metros cúbicos por dia, com a conversão de nove plantas de geração de energia a biogás em novas unidades de produção de biometano. Em Igarassu, em Pernambuco, e Juiz de Fora, em Minas Gerais, as unidades já estão em construção e devem iniciar a operação no fim do ano e no primeiro semestre de 2027, respectivamente. As plantas de Juiz de Fora e de São Paulo são em sociedade com a Orizon.
Abastecimento de frotas
Entre os projetos pioneiros da empresa, está o desenvolvido com o Grupo L’Oréal no Brasil. Além do fornecimento de biometano para a unidade industrial da empresa, a Gás Verde implantou o primeiro ponto de abastecimento dedicado de biometano autorizado pela ANP, permitindo que a frota responsável pelo transporte entre a fábrica e o centro de distribuição opere integralmente com combustível renovável, expandindo as estratégias da L’Oréal com a descarbonização. A Henkel adotou solução semelhante em sua fábrica de Jundiaí (SP), onde o biometano passou a abastecer tanto os processos industriais quanto os caminhões que atendem à operação da unidade.
O avanço do combustível renovável também alcança o setor público. No Rio de Janeiro, a Comlurb colocou em operação cem caminhões movidos a biometano produzido pela Gás Verde a partir dos resíduos do aterro sanitário de Seropédica, em um exemplo de economia circular no qual o lixo urbano é transformado em combustível para os próprios veículos responsáveis pela coleta. Para acompanhar a expansão da demanda, a empresa prepara novos pontos de abastecimento para caminhões na Rodovia Presidente Dutra, contribuindo para a formação de um corredor sustentável ligando São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

No fim do ano passado, a Gás Verde iniciou em Seropédica a operação da primeira planta brasileira de produção de CO₂ verde, em larga escala, oriunda de corrente de biometano, com investimento de cerca de R$ 50 milhões. Com o projeto, Seropédica foi transformada em um polo de soluções a partir do lixo com produção de biometano, CO₂ verde e geração de energia elétrica.
O crescimento do setor também é impulsionado pela Lei do Combustível do Futuro, que estabelece a ampliação gradual da participação do biometano na matriz energética nacional. Ao combinar redução de emissões, aproveitamento de resíduos e segurança energética, o combustível renovável reforça seu papel como uma das principais soluções para a transição energética e para uma indústria e logística cada vez mais sustentáveis.






Menu
