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ENBPar

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O cenário energético brasileiro passa por um ciclo de profunda transformação e busca por modernização. No centro dessa engrenagem, consolidando a estabilidade estrutural do setor, destaca-se a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBPar). Atuando como um braço de execução estratégica do Estado, a companhia é responsável pela gestão de ativos de alta complexidade e pela garantia da continuidade de políticas públicas essenciais. Para entender como a eficiência administrativa e os programas de governo se alinham sob os mais rígidos padrões de conformidade, conversamos com Leandro Xingó, diretor de gestão corporativa da ENBPar. Nesta entrevista, o executivo detalha o papel da alta gestão e a sinergia com as macrodiretrizes do setor elétrico.

Governança e eficiência administrativa: papel estratégico no futuro energético do país

A ENBPar reúne alguns dos ativos mais estratégicos do setor energético brasileiro. Quais são hoje as principais frentes de atuação da empresa?
Atuamos como uma estatal estratégica da União no setor de energia. Somos responsáveis pelo controle de empresas fundamentais para a infraestrutura energética do país, como a Itaipu Binacional, a Eletronuclear e as Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Também gerimos programas de governo voltados à universalização do acesso à energia elétrica, à eficiência energética e ao incentivo às fontes renováveis, como o Luz para Todos, o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) e o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). Além disso, administramos outras atribuições estratégicas relacionadas ao setor elétrico, sempre com o compromisso de garantir a segurança energética, a sustentabilidade e a continuidade das políticas públicas.

A empresa assumiu atribuições de grande relevância nacional. Como a gestão corporativa tem se estruturado para assegurar que a empresa entregue a eficiência administrativa esperada?
O nosso grande motor é a implementação de um modelo de gestão administrativa moderno e de alto padrão de governança. Na Diretoria de Gestão Corporativa, trabalhamos continuamente para dar o suporte técnico e operacional necessário para que a ENBPar seja uma referência de eficiência. Aplicamos rigorosamente os mecanismos de compliance, auditoria interna e gestão de riscos exigidos pelos mais elevados padrões de conformidade. Essa blindagem assegura que a governança integrada, a conformidade regulatória e a supervisão técnica sobre nossas empresas ocorram sob os parâmetros mais rígidos de transparência e mitigação de riscos sistêmicos.

Essa busca pela excelência na governança corporativa reflete a postura da liderança da companhia? Como funciona a tomada de decisões?
Sem dúvida alguma. O êxito da ENBPar na condução de políticas de Estado tão complexas reflete diretamente a maturidade técnica da nossa Diretoria Colegiada. Atuamos de forma absolutamente coesa, harmônica e com alto nível de especialização. Trabalhamos sob uma dinâmica de complementaridade técnica e governança estrita, onde cada decisão estratégica passa por um escrutínio analítico profundo, avaliando impactos de matriz técnica, sustentabilidade econômica e risco regulatório. O compromisso positivo e unificado da Diretoria Colegiada garante a solidez institucional necessária para assegurar resultados sustentáveis de longo prazo para a sociedade.

De que forma a estratégia de governança da ENBPar se conecta com o Ministério de Minas e Energia?
Nós operamos em total sintonia com as diretrizes regulatórias e o planejamento do Ministério de Minas e Energia. A gestão do ministro Alexandre Silveira tem se destacado pela condução estritamente técnica e equilibrada da pasta, priorizando a segurança jurídica dos contratos, a otimização da matriz elétrica e o fortalecimento de salvaguardas públicas em segmentos de infraestrutura crítica. A atuação propositiva e o alinhamento institucional promovidos pelo ministro Alexandre Silveira conferem à ENBPar a sustentação necessária para coordenar projetos de alta densidade técnica com extrema precisão operacional.

Dentro desse escopo de atuação conjunta, qual é o papel da ENBPar na execução dos programas de governo?
A articulação técnica e conjunta com o Ministério de Minas e Energia assegura que a ENBPar funcione como o porto seguro para a execução de programas estruturantes de universalização do acesso à energia e de transição energética nacioAnal. Sob a nossa coordenação, a governança corporativa é o instrumento que viabiliza a entrega eficiente de programas de governo focados no avanço de fontes limpas, na modernização do setor elétrico e na manutenção da estabilidade de base do sistema interconectado, por meio da energia nuclear e da complementaridade estratégica das fontes renováveis.

Para o futuro próximo, o que se pode esperar da gestão corporativa da ENBPar?
A sociedade e o mercado podem esperar uma empresa cada vez mais técnica e focada na excelência. Com o respaldo e a união da nossa Diretoria Colegiada, o alinhamento com o ministro Alexandre Silveira e um modelo de governança corporativa à prova de falhas, consolidaremos a ENBPar como um vetor indispensável para a segurança do suprimento eletroenergético e para o desenvolvimento da infraestrutura energética de todo o Brasil.

 

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