Aluga-se Um Namorado retorna aos palcos cariocas
Com mais de três décadas de sucesso e milhões de espectadores ao longo de sua trajetória, Aluga-se Um Namorado retorna aos palcos cariocas em temporada no Teatro dos 4, reafirmando seu lugar como uma das comédias mais queridas do teatro brasileiro. Sob a direção de Eri Johnson, que também atua no espetáculo, a montagem mantém o humor afiado, o ritmo envolvente e uma história que atravessa gerações.
O espetáculo é uma nova montagem da peça que estreou originalmente em 1992, com o próprio Eri Johnson no elenco. Entre 2004 e 2008, a comédia percorreu o Brasil com temporadas de sucesso e sessões esgotadas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Porto Alegre. Escrita pelo inglês James Scherman e adaptada por Gustavo Klein, a obra já foi assistida por mais de 3,5 milhões de pessoas, tornando-se uma das montagens mais longevas do país com o mesmo ator protagonista.
Na trama, Alex Schneider (Eri Johnson) é um ator bem-humorado contratado por Sara (Juliana Knust) para fingir ser seu namorado, judeu e médico, diante de sua família tradicional. A farsa surge porque o verdadeiro namorado de Sara não é judeu, o que desencadeia uma sequência de mal-entendidos, situações inesperadas e reviravoltas cômicas. Completam o elenco Betty Erthal e Raymundo de Souza, como os pais rigorosos, João Lima Junior, no papel do irmão psicanalista atento, e Marcondes Oliveira, como o verdadeiro namorado, peça-chave para o desenrolar da confusão.
Para Eri Johnson, Aluga-se Um Namorado ocupa um lugar especial em sua carreira. “Além de provocar muitas risadas, a peça leva o público a refletir sobre um valor fundamental do ser humano: a família”, afirma o ator. “É uma comédia muito querida pelo público. É comum encontrarmos na plateia pessoas que já assistiram mais de uma vez.”
Clássica, atual e irresistivelmente divertida, Aluga-se Um Namorado é aquele tipo de espetáculo que reúne gerações na plateia e transforma a ida ao teatro em um programa afetivo e cheio de risadas. A Revista Manchete convida seus leitores a prestigiar a temporada no Teatro dos 4 e a celebrar, ao vivo, uma das comédias mais emblemáticas do teatro brasileiro, uma ótima oportunidade para rir, se emocionar e viver uma noite especial no coração da cena cultural carioca.
SERVIÇO:
Temporada: 6 de fevereiro a 29 de março de 2026
Dias e horários: Sexta e sábado, 20h. Domingo, 19h.
Local: Teatro dos 4 | Shopping da Gávea
Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – 2° piso – Gávea, Rio de Janeiro/RJ. Duração: 90min.
Ingressos: Plataforma Sympla ou bilheteria do teatro.






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A encenação se desenrola em três tempos que se cruzam e se transformam: o presente, durante a gravação de um documentário sobre seus 50 anos de carreira; a infância, vivida em uma Belém lírica, povoada por lendas, rios e ancestralidade; e o caminho artístico que levou Fafá de Belém para o mundo. Três atrizes representam essas etapas, Fafá-menina, Fafá-cantora e Fafá de Belém, até que as histórias se encontram e se completam diante do público.
Assistir ao espetáculo é revisitar a chegada daquela jovem de apenas 18 anos que, com “Filho da Bahia”, entrou nas casas brasileiras pela televisão e revelou um Brasil amazônico até então invisível para muitos. É reencontrar a artista que se tornou símbolo das Diretas Já, deu voz às lutas femininas, embalou novelas, lotou discos de ouro e transformou canções como “Abandonada”, “Nuvem de Lágrimas” e “Menestrel das Alagoas” em parte da memória afetiva do país.
Em cartaz até 8 de março, “Fafá de Belém, o Musical” é um convite para sentir, ouvir e se emocionar. Um espetáculo para quem quer compreender o Brasil pela arte, pela música e pela força de uma voz que nasceu da floresta e nunca deixou de cantar suas origens.
Do best-seller para o palco, o espetáculo inaugura um novo formato na casa, unindo teatro, música, gastronomia e convivência em uma mesma experiência. Cada sessão se transforma em um encontro afetivo, pensado para acompanhar o clima da peça e reunir gerações em torno da arte, do riso e da memória.
A montagem reúne um time de excelência das artes cênicas brasileiras, com Direção Geral de Abel Gomes e Direção de Produção de Sheila Roza. A dramaturgia é assinada por Thalita Rebouças em parceria com Gustavo Reiz, e a criação artística conta ainda com Priscilla Mota, Tauã Delmiro, Rodrigo Negri e Tony Lucchesi, responsável pela direção musical e pelos arranjos.
Nesta nova produção, o Theatro Municipal apresentou uma montagem que equilibrou tradição e renovação. Com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, a ópera ganhou vida numa ambientação inspirada na década de 1950, trazendo uma estética refinada e um olhar contemporâneo que dialogou harmoniosamente com a essência clássica de Puccini. Cada cena foi construída com cuidado meticuloso: a cenografia de Renato Theobaldo trouxe profundidade emocional ao espaço; os figurinos de Marcelo Marques deram textura histórica e cultural à narrativa; e a iluminação de Ángel Ancona costurou momentos de delicadeza e tensão com rara sensibilidade.
A presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino, destacou o orgulho de reabrir as portas do teatro para mais uma grande ópera, ressaltando que, graças ao patrocínio da Petrobras, foi possível reunir um elenco de excelência, garantia de uma experiência memorável para todos os espectadores. Já o diretor artístico, Eric Herrero, celebrou a retomada de títulos que há muito não subiam ao palco do Municipal, enfatizando que essa nova produção de Madama Butterfly traz não apenas tradição, mas também renovação, com artistas experientes e vozes que brilham nas mais importantes casas de ópera da Europa. O maestro Alessandro Sangiorgi, emocionado com seu retorno ao Theatro Municipal, descreveu a preparação da obra como intensa, profunda e marcada por um reencontro artístico significativo.
A trama segue Cio-Cio-San, uma jovem japonesa que embarca numa jornada de amor, entrega e sacrifício ao se casar com Pinkerton, um tenente americano que vê a união apenas como algo provisório. Enquanto Butterfly abandona sua cultura e crenças em nome de um amor que julga verdadeiro, Pinkerton parte, deixando-a à espera. Durante três anos, ela cria sozinha o filho do casal, certa de que o marido retornará. Quando enfim Pinkerton volta ao Japão, não para reatar o casamento, mas acompanhado de sua esposa americana para levar o menino consigo, Butterfly se confronta com a profundidade de sua desilusão. Em um ato final de honra e desespero, Cio-Cio-San tira a própria vida, encerrando sua trágica e inesquecível história.


Segundo Dani Fritzen, a obra é um convite para que o público abrace as transformações inevitáveis da vida — seja uma mudança de endereço, de profissão, de relacionamentos ou de crenças. “O essencial é se conhecer e se permitir novos voos, descobrindo o espaço onde você pode ser a sua melhor versão, em qualquer fase da vida.”
A história se passa em 1692, na vila de Salém, Massachusetts, quando o fazendeiro John Proctor (Marcel Giubilei) rompe com sua jovem amante Abigail Williams (Elisa Pinheiro). Abigail, sobrinha do Reverendo Páris (Carmo Dalla Vecchia), lidera um grupo de jovens acusadas de bruxaria e, para salvar a própria pele, inicia uma série de acusações que desencadeiam uma onda de histeria coletiva. Entre os condenados está Elizabeth Proctor (Patrícia Pinho), e o público acompanha cada tensão e cada decisão dramática, tornando-se parte da assembleia que julga os destinos de todos.

Vencedora dos prêmios Shell e APTR de Melhor Atriz, Vera divide o palco com o músico Federico Puppi, responsável pela trilha sonora original, também premiada pela APTR. Com direção e dramaturgia de Rodrigo Portella e idealização do produtor Felipe Heráclito Lima, a montagem se inspira no best-seller Sapiens – Uma breve história da humanidade, do autor israelense Yuval Noah Harari.
Imperdível, Ficções é um convite à imaginação, à reflexão e à redescoberta do teatro como espaço de pensamento e invenção.
No palco, trinta artistas dão vida a uma tribo cheia de energia e inquietações, embalada por músicas que transcenderam o teatro e se tornaram verdadeiros hinos, como Aquarius e Let the Sunshine In. O elenco mistura rostos conhecidos e novos talentos selecionados entre milhares de candidatos em audições abertas por todo o Brasil. Entre os protagonistas, estão Rodrigo Simas (Berger) e Eduardo Borelli (Claude), acompanhados por Estrela Blanco, Thati Lopes, Drayson Menezes, Giovanna Rangel, Beatriz Martins, Pietro Dal Monte, Thany Parente, Vinicius Cafer, Wagner Lima, Rafa Vieira, entre muitos outros nomes que formam um time potente e diverso.
A origem do espetáculo também é revolucionária. Criado por Gerome Ragni e James Rado, o texto nasceu do desejo de captar o espírito de uma juventude inconformada com guerras, preconceitos e repressões. Em apenas três meses, o compositor Galt MacDermot deu forma musical a esse sentimento coletivo, criando uma trilha sonora que traduz o desejo por um mundo mais justo, livre e humano.




Para dar vida ao personagem, José de Abreu encara uma transformação física intensa. O ator utiliza uma prótese facial e um figurino com enchimentos e climatização, desenvolvido por Carlos Alberto Nunes, com caracterização da visagista Mona Magalhães, ambos da Unirio.
Com direção de Ernesto Piccolo e texto inédito de Bia Montez e Fátima Valença, a peça acompanha os encontros e desencontros do cameraman Ronaldo (Charles Myara) e da maquiadora Socorro (Vannessa Gerbelli), que fazem de tudo — inclusive as maiores trapalhadas — para salvar o casamento. Durante a crise, uma visita inesperada surge e transforma a vida do casal com humor e novas possibilidades. A montagem trata com leveza das dificuldades do convívio amoroso, mostrando como criatividade e imaginação podem reacender a paixão.



