ArtRio 2026 confirma data e abre inscrições para a próxima edição

Estão abertas as inscrições para a ArtRio 2026, e galerias de arte brasileiras e internacionais já podem garantir sua participação em uma das feiras mais importantes da América Latina. O processo é totalmente online, com formulários disponíveis no site artrio.com, e o prazo final para envio das propostas é 6 de março.

A 16ª edição da feira acontece entre os dias 16 e 20 de setembro, na Marina da Glória, um dos cenários mais emblemáticos do Rio de Janeiro. Em 2025, a ArtRio reuniu cerca de 55 mil visitantes e trouxe ao Brasil um grupo convidado com 100 nomes de destaque do circuito internacional, entre colecionadores, curadores e integrantes de conselhos de museus e instituições, reforçando seu papel estratégico no diálogo entre a arte brasileira e o mundo.

As inscrições serão avaliadas pelo Comitê de Seleção da ArtRio 2026, que leva em consideração critérios como a proposta expositiva para o evento, a relevância da galeria em seu mercado de atuação, os artistas representados com ou sem exclusividade, além do histórico de exposições e da participação em feiras e eventos. O comitê é formado por Alexandre Roesler, Antonia Bergamin, Filipe Masini e Eduardo Masini, Gustavo Rebello, Juliana Cintra e Márcio Botner.

As galerias podem se inscrever nos programas PANORAMA, BRASIL CONTEMPORÂNEO e SOLO_DUO, sendo permitido aplicar para mais de um deles. No momento da inscrição, é necessário indicar claramente o programa desejado. Durante a feira, as galerias selecionadas ocuparão os pavilhões Terra, localizado no vão central da Marina da Glória, e Mar, na área da esplanada. Além da presença física no evento, todas as galerias participantes terão seus acervos disponíveis no marketplace da ArtRio por um período de um ano, ampliando o alcance comercial e institucional das obras.

O programa PANORAMA é voltado para galerias já consolidadas no mercado de arte, tanto no Brasil quanto no exterior. O BRASIL CONTEMPORÂNEO destaca a diversidade, a riqueza e a potência da produção artística das diferentes regiões do país. Já o SOLO_DUO convida as galerias a apresentarem projetos inéditos e exclusivos para a feira, com a participação de um ou dois artistas, promovendo um olhar aprofundado sobre técnicas, linguagens e possíveis diálogos criativos. Os curadores dos programas BRASIL CONTEMPORÂNEO e SOLO_DUO serão anunciados em breve.

Realizada pela Dream Factory, a ArtRio é reconhecida como um dos mais importantes movimentos em prol da arte na América Latina. Para além da feira internacional, mantém uma agenda anual de ativações culturais, atuando na difusão da arte brasileira no cenário global, no fortalecimento do mercado de arte com práticas mais transparentes e no desenvolvimento de projetos voltados à formação de novos públicos e à acessibilidade.

Em 2025, a ArtRio realizou a primeira edição da Semana de Arte e Cultura do Rio de Janeiro, em parceria com a Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. A iniciativa levou programação gratuita de artes visuais, cinema, dança, teatro, arquitetura, design e outras expressões artísticas a todas as regiões da cidade, reafirmando o compromisso da feira com a democratização do acesso à cultura.

Serviço: 

Inscrições: www.artrio.com

Instagram: artrio_art

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CCBB recebe “Viva Mauricio”, experiência imersiva sobre o criador da Turma da Mônica

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro convida o público a viver uma viagem afetiva, interativa e emocionante pelo imaginário de um dos maiores criadores da cultura brasileira. Em cartaz no CCBB RJ, “Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva” ocupa 780m² entre a rotunda e o primeiro andar da instituição e convida crianças, jovens e adultos a entrarem literalmente na mente do artista que criou personagens eternos como a Turma da Mônica, Chico Bento, Horácio, Penadinho e tantos outros.

Imaginada e realizada pela MSP Estúdios, a mostra combina tecnologia, memória e sensibilidade para contar a trajetória de Mauricio de Sousa, da infância em Santa Isabel (SP) à consagração de sua obra como patrimônio cultural do Brasil. Conduzida pela própria voz do autor, a experiência se desdobra em 25 ambientes imersivos, cenografias envolventes e instalações interativas que revelam inspirações, processos criativos e momentos marcantes de sua carreira.

Logo na rotunda, o visitante é recebido por uma grande praça cenográfica com tela de cinema, onde os personagens narram a história de Mauricio enquanto os traços ganham vida. Ao olhar para cima, a famosa claraboia do CCBB abriga um vitral inspirado no universo do artista. A partir daí, o percurso se transforma em uma verdadeira travessia afetiva: cadernos da infância, fotos raras, os primeiros gibis publicados e cerca de 210 itens originais de acervo pessoal, além de mais de 200 reproduções de desenhos, vídeos e registros históricos.

Entre os destaques, estão o Bairro do Limoeiro, coração da exposição, onde o público entra nas casas da Turma da Mônica; a sala dedicada ao Louco, repleta de humor e surpresas; o espaço do Astronauta, com direito a entrar em sua nave; o universo sensível de Horácio, que abriga o último quadrinho criado por Mauricio; e o cenário rural de Chico Bento, com a casa da Vó Dita recriada a partir de memórias pessoais do autor. A experiência se encerra com uma impactante white box, onde Mauricio surge em tecnologia de ponta para agradecer, brincar e se despedir do público.

Mais do que uma exposição, “Viva Mauricio” é um encontro de gerações. Não por acaso, a mostra já recebeu milhares de visitantes e emociona adultos e crianças que saem com brilho nos olhos. Totalmente acessível, o circuito conta com audiodescrição, libras, mapas táteis, sinalização especial, guias capacitados e espaço de descompressão, garantindo uma vivência completa e inclusiva.

Em cartaz durante o período de férias escolares, a exposição promete ser um dos programas culturais mais disputados do Rio até abril. Uma oportunidade única de reviver histórias, despertar memórias e celebrar a imaginação que marcou, e continua marcando, o imaginário brasileiro. 

Serviço:

Exposição “Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva”

Temporada: 17 de dezembro de 2025 a 13 de abril de 2026

Entrada: gratuita 

Classificação indicativa: livre 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Rotunda e 1º andar 

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 –Centro – Rio de Janeiro –

Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras. 

Horário especial em janeiro: Sextas e sábados, das 8h30 às 20h30 

Ingressos :disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB (bb.com.br/cultura).

Informações: (21) 3808-2020 / [email protected]  

Saiba mais em bb.com.br/cultura 

Paço Imperial apresenta “Geometria Visceral”, nova exposição de Gilberto Salvador

O Paço Imperial inaugura, na próxima terça-feira, 9 de dezembro de 2025, a exposição “Geometria Visceral”, que apresenta um amplo panorama da produção mais recente do artista paulistano Gilberto Salvador. Com curadoria de Denise Mattar, a mostra reúne cerca de 40 obras, entre pinturas, esculturas e vídeos, distribuídas pelos três salões do segundo pavimento do Paço. Após 17 anos sem expor no Rio de Janeiro, Salvador retorna à cidade com a qual mantém forte relação, refletida em obras que retratam a paisagem carioca.

Atento à acessibilidade, o artista, que tem dificuldade de locomoção devido à paralisia infantil, criou duas esculturas táteis que poderão ser tocadas pelo público. “Acho fundamental o público ter essa experiência”, afirma.

Para a curadora, a chegada da exposição ao Rio também revela um caráter de descoberta. “A obra de Salvador, essencial na cena artística paulista, ainda é pouco conhecida no Rio, muito em razão das dificuldades de locomoção do artista, cadeirante e discreto sobre suas limitações. Por isso, esta mostra oferece ao público carioca a oportunidade rara de conhecer um artista em plena maturidade criativa”, destaca Denise Mattar.

Embora centrada na produção recente, a exposição começa com obras emblemáticas das décadas de 1960 e 1970, que marcam o início da trajetória do artista. Entre elas está “Viu…!” (1968), que dialoga diretamente com o contexto da ditadura militar. “Desde seus primeiros trabalhos, Gilberto fundiu a racionalidade construtiva a um impulso visual orgânico. Suas experimentações revelam uma consciência política presente no próprio gesto artístico, a cor como discurso, o traço como denúncia”, explica a curadora.

A trajetória de Salvador parte de obras mais figurativas e avança para composições cada vez mais abstratas, sempre com forte presença de materiais diversos, acrílico, metal, tinta e objetos vindos da construção civil, em referência à sua formação em Arquitetura e Urbanismo. Os recortes que destacam formas e a paleta vibrante, marcada pela brasilidade, são características constantes. O artista relembra que a inspiração para os recortes vem da infância, quando se impressionava com cartazes recortados em portas de cinemas. “Esse fator me acompanha até hoje, junto ao cromatismo forte que tem a ver com a nossa tropicalidade. O Brasil é colorido”, diz. A curadora reforça: “Linhas geométricas, volumes fragmentados e composições calculadas evocam seu olhar de arquiteto, sempre permeado por inquietações subjetivas.”

O título “Geometria Visceral” reflete exatamente essa combinação entre rigor construtivo e organicidade. “Mesmo nas obras que dialogam com a Pop Art, a geometria está sempre presente, mas acompanhada por um contraponto orgânico que atravessa toda a trajetória de Salvador”, afirma Mattar.

As primeiras salas apresentam obras históricas e as esculturas táteis. Depois, a mostra se organiza por temas e linguagens, incluindo peças que representam paisagens do Rio de Janeiro, do Morro Dois Irmãos ao Pão de Açúcar, passando pelo Saco do Mamanguá, em Paraty, algumas inspiradas nos desenhos de Thomas Ender, feitos no século XIX.

Um conjunto de obras com quadriculados, que remetem a azulejos de piscinas, também se destaca. “São memórias gráficas das piscinas onde eu nadava. Esse padrão virou quase uma textura do meu trabalho, gerando tridimensionalidade quando a madeira é recortada”, explica Salvador.

Outra série reúne nove obras amarelas em caixas de acrílico que contêm materiais diversos, como prumos, bolas de tênis pintadas de preto e placas de chumbo marteladas e costuradas na madeira. “São linguagens múltiplas, com suportes variados, da aquarela à escultura”, comenta o artista.

O acrílico, especialmente o que polariza a luz, aparece em outras obras que parecem emitir luminosidade. Uma delas será exibida em uma sala com parede preta, para evidenciar o efeito.

Na última sala, vídeos apresentam o processo de trabalho do artista e mostram obras que não estarão fisicamente presentes, como aquarelas feitas com café e gravuras em metal, ampliando a compreensão de sua pesquisa visual.

Gilberto Salvador é formado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU/USP e possui mais de 60 anos de trajetória. Entre suas principais exposições individuais estão “Água + Forte” (2017), no MACC; “Dois momentos” (2013), na Pinacoteca de São Paulo; “Gênesis” (2009), no Museu da Casa Brasileira; “Reflexões Visuais” (2006), no Espaço Cultural da FIESP; “O Reino Interior” (2001), na Pinacoteca de São Paulo e no Museu Alfredo Andersen; “30 Anos de Pintura” (1995), no MASP; e “História Natural do Homem Segundo Gilberto Salvador” (1985), também no MASP

Serviço: Gilberto Salvador – Geometria visceral

Abertura: 9 de dezembro de 2025, das 15h às 19h

Exposição: até 1º de março de 2026

Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial [2° pavimento]

Praça XV de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

Terça a domingo e feriados, das 12h às 18h.

Entrada gratuita

Exposição “Vinicius de Moraes – Por Toda a Minha Vida” já está em cartaz no MAR

O Rio de Janeiro celebra a vida e a obra de um dos maiores poetas e compositores brasileiros com a exposição “Vinicius de Moraes – Por Toda a Minha Vida”, que já está aberta ao público no Museu de Arte do Rio (MAR) e ficará em cartaz até 3 de fevereiro de 2026. A mostra reúne mais de 300 itens, incluindo manuscritos, fotos históricas, cartas, instrumentos musicais, capas de discos, livros raros e obras de arte de artistas próximos a Vinicius, como Cândido Portinari, Carlos Scliar, Lila Bôscoli, Djanira e Dorival Caymmi.

Entre os destaques da exposição está o quadro “Retrato de Vinicius” (1938), de Cândido Portinari, exibido pela primeira vez no Rio, além de croquis de figurinos de Orfeu da Conceição, cartazes de divulgação de Djanira, Scliar e Luiz Ventura, e instrumentos musicais originais que pertenceram ao poeta, como um piano e um violão, utilizados em grandes parcerias, incluindo Os Afro-Sambas com Baden Powell e ensaios com Tom Jobim. O núcleo dedicado ao livro infantil Arca de Noé, com ilustrações de Elifas Andreato, traz uma experiência interativa e fotografável para o público.

A exposição propõe uma viagem estética e afetiva pela vida de Vinicius de Moraes,poeta, compositor, dramaturgo, diplomata e cidadão do mundo e percorre seus principais eixos de criação: música, poesia, teatro, artes visuais e as cidades que marcaram sua trajetória. Entre os itens expostos estão manuscritos de clássicos como Garota de Ipanema e Chega de Saudade, livros raros, o pequeno jornal O Mexerico, criado por Vinicius aos oito anos, e cartas pessoais que revelam seu lado íntimo e afetuoso.

O projeto, com curadoria de Eucanaã Ferraz e Helena Severo, apresenta ainda obras inéditas de artistas como Lasar Segall, Guignard, Di Cavalcanti, Carlos Leão, Oswaldo Goeldi, Augusto Rodrigues e Dorival Caymmi, reforçando a convivência de Vinicius com grandes nomes de sua geração.
A exposição é apresentada pelo Ministério da Cultura, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, com realização da Flor de Manacá e produção da AYO Cultural e V-Arte. Segundo Helena Severo, “a mostra propõe um percurso sensível por sua vida e criação, pela alegria e delicadeza com que Vinicius transformou o cotidiano em arte”.

Não perca a oportunidade de conhecer de perto a vida, a obra e o legado de Vinicius de Moraes, um dos maiores nomes da cultura brasileira, em uma experiência que combina música, literatura, teatro e artes visuais, oferecendo ao público um retrato abrangente e emocionante do poeta que marcou o século XX.

 

 

Serviço:

Exposição: Vinicius de Moraes – por toda a minha vida
Local: Museu de Arte do Rio (MAR) – Praça Mauá, 5 – Centro, Rio de Janeiro
Em cartaz: 18 de outubro de 2025 a 3 de fevereiro de 2026
Funcionamento: Fechado às quartas, demais dias aberto.

Venda de Ingresso na bilheteria e/ou totens: 10h30 às 17h

Visitação ao pavilhão de exposições: 11h às 18h (última entrada às 17h)
Valor do Ingresso Inteira: R$ 20,00; Meia-entrada: R$ 10,00 /
Entrada gratuita às terças-feiras
Formas de pagamento: Cartões de crédito ou débito.

Informações de gratuidade:
https://museudeartedorio.org.br/visite/horarios-e-ingresso/
Como chegar:
https://museudeartedorio.org.br/visite/como-chegar/

Candlelight apresenta concertos inesquecíveis no Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã será o palco de uma edição especial do Candlelight, série de concertos à luz de velas que promete encantar os mais diversos públicos. A programação inclui uma seleção de estilos que vai de sucessos de Coldplay, Bruno Mars e Imagine Dragons a obras-primas da música clássica, como As Quatro Estações, de Vivaldi. Também fazem parte do repertório trilhas de filmes, MPB e grandes nomes do rock nacional e internacional.

Com apresentações em horários variados e temáticas que atendem desde fãs de pop até admiradores da música erudita, os espetáculos oferecem uma experiência sensorial única em um dos cenários mais emblemáticos do Rio de Janeiro.

Criado em Madri, em 2019, o projeto Candlelight nasceu com o objetivo de democratizar o acesso à música clássica e ampliar o contato do público com diferentes estilos. Interpretados por músicos locais, os concertos acontecem em locais históricos e arquitetonicamente marcantes, sempre iluminados por milhares de velas, criando uma atmosfera intimista e envolvente.

O formato, que inicialmente destacava compositores como Vivaldi, Beethoven e Chopin, hoje contempla uma grande diversidade de gêneros. Tributos a artistas contemporâneos como Queen, ABBA, Ed Sheeran e até temas de animes e filmes de sucesso tornaram-se parte da programação. Em algumas edições, a experiência ganha um caráter multissensorial, com a inclusão de bailarinos, artistas aéreos e fusões com jazz, soul, ópera e flamenco.

Presente em mais de 150 cidades ao redor do mundo, Candlelight já encantou plateias em cenários como a Torre Eiffel, o Atomium, o Burj Al Arab, o Victoria Hall e até as Cataratas do Niágara. Agora, é a vez do Rio de Janeiro vivenciar essa experiência inesquecível. 

Serviço: 

Local: Museu do Amanhã – Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro

Para consultar datas, horários e garantir seu ingresso, basta acessar o site da Fever.

ingressos: www.feverup.com

 Duração: 60 minutos (abertura de portas 30 minutos antes e não será permitida a entrada na sala após o fechamento das portas)

Para mais informações sobre Candlelight, acesse: www.candlelightexperience.com

 

‘Das Cinzas ao Ouro’ chega ao Rio de Janeiro no mês de celebração ao Dia da Criança Africana

Marie Antoinette, empresária multifacetada, de origem guineense e cabo-verdiana, de nacionalidade suíça, apresenta sua obra que será lançada no Brasil no Rio de Janeiro no MUHCAB- Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira no dia 13 de junho às 11 horas na sala Carolina de Jesus e na Bienal do Livro no Espaço da Secretaria da Educação no dia 14 de junho às 11h30.

Durante agenda que visa conscientizar sobre a necessidade urgente de proteger crianças contra todas as formas de violência, a autora Marie Antoinette, que viveu inúmeras violências e negligências durante sua infância que tiveram consequências na fase adulta, chama atenção para esse tema em sua autobiografia “Das Cinzas ao Ouro”.

A data, Dia da Criança Africana que acontece em 16 de junho , também é um importante marco na luta por uma educação de qualidade que respeite a cultura, a origem e as histórias de todas as crianças, especialmente as africanas. Para a autora poliglota, mãe solo e atípica, a chave de sua emancipação foi a educação que ela teve que brigar para acessar e assim sair do terror vivenciado ainda quando era criança, ponderando o quanto pode ser difícil ser menina em alguns contextos, famílias e sociedades.

A autobiografia destaca sua trajetória, desde uma infância desafiadora até sua ascensão como uma referência internacional no mundo dos negócios, especialmente no setor de mineração. A autora aborda temas como liberdade econômica e geográfica, além de refletir sobre as várias faces da resiliência feminina que começa na infância.

 

 

“Trabalhadores”: exposição de Sebastião Salgado na Casa Firjan

A Casa Firjan abriu ao público a exposição “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado. Essa é a primeira mostra realizada no Rio de Janeiro após a morte do artista e ficará em cartaz até 21 de setembro. Com entrada gratuita, a exposição reúne 149 fotografias feitas entre 1986 e 1992, que retratam diversas realidades do trabalho ao redor do mundo. O público pode visitar a mostra de terça a domingo, das 9h às 18h30.

O presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, ressaltou o legado humanista de Salgado: “Ele nos deixou um olhar sensível que seguirá emocionando as próximas gerações. Sua lente não apenas capturou imagens, mas revelou histórias, denunciou injustiças e exaltou a beleza e a fragilidade do planeta.”

A exposição oferece uma imersão visual que convida à reflexão sobre o papel do trabalho no desenvolvimento das sociedades e sobre o impacto das inovações tecnológicas nesse processo.

Para Cris Alves, gerente geral de Desenvolvimento e Inovação Empresarial da Firjan e responsável pela Casa Firjan, a mostra ganhou um significado ainda mais profundo após o falecimento do fotógrafo: “Originalmente, a exposição celebrava a genialidade de Salgado em vida, mas agora se tornou uma homenagem a esse grande homem, profissional e ativista, que deixou um legado inigualável para a arte e a consciência social.”

O acervo

“Trabalhadores” funciona como uma arqueologia visual, explorando contextos históricos e culturais com um olhar sensível ao passado. As imagens evocam a era da Revolução Industrial, período em que a força humana, muitas vezes sem o auxílio da tecnologia, era fundamental para a sobrevivência e o progresso.

Salgado declarou: “Eu precisava prestar homenagem a esse trabalho que sempre esteve em meu coração, que motivou meu ativismo político e minha visão sobre o mundo da produção.” Essa frase sintetiza a essência da exposição, que destaca o trabalho como elemento central na construção social e histórica.

Cada fotografia conta uma história, humanizando os protagonistas do trabalho e revelando sua dignidade e força. Textos explicativos acompanham as imagens, ajudando o visitante a compreender a importância e o contexto desses ofícios, muitos dos quais já estão desaparecendo.

Uma exposição imperdível que conecta passado, presente e futuro, mostrando a importância do trabalho e da inovação na transformação da sociedade.

Serviço:

Exposição: Trabalhadores – Fotografias de Sebastião Salgado

Período: de 30 de maio a 21 de setembro de 2025, de terça a domingo

Horário: das 9h às 18h30

Local: Casa Firjan – Rua Guilhermina Guinle, 211, Botafogo, Rio de Janeiro

Entrada: Gratuita

ARTWEEK RIO: Quatro dias de inspiração, arte e conexões

O ARTWEEK RIO está de volta para sua segunda edição e promete transformar o Instituto Brando Barbosa, no Jardim Botânico, em um verdadeiro polo de arte e pensamento contemporâneo! De 4 a 7 de junho, o público poderá mergulhar em uma programação exclusiva que une artes visuais, design, música, moda, filosofia e gastronomia — tudo em um só circuito criativo.

Idealizado pela produtora cultural Elisangela Valadares, o evento traz uma exposição coletiva com 30 artistas visuais, além de um ciclo de palestras, encontros e vivências com nomes de destaque do cenário artístico, acadêmico e empresarial. Compositores, autores, empresários, curadores e especialistas vão discutir temas como o mercado de arte, colecionismo, processos criativos, sustentabilidade e bem-estar.

No encerramento, no dia 7 de junho, acontece o Ateliê dos BRICS, promovido pela Casa70Rio em parceria com a UFRJ, Casa Shopping, Cria Vinhos, Confraria Nota Azul, BriefCom Comunicação e Instituição Pro Bono, ampliando ainda mais o diálogo entre culturas e linguagens.

Toda a programação é presencial, com atividades acontecendo no Instituto Brando Barbosa (Rua Lopes Quintas, 497 – Jardim Botânico). Os ingressos custam R$ 120 e estão à venda no Sympla, com número de participantes limitado, sujeito à lotação.

Garanta já o seu ingresso, convide os amigos e venha viver uma semana de arte, encontros e novas conexões em um dos espaços mais charmosos do Rio.

A cultura te espera no ARTWEEK RIO!

 

Serviço:

Data: 4 a 7 de junho

Local: Instituto Brando Barbosa

Endereço: Rua Lopes Quintas, 497 – Jardim Botânico

Visitação: 04 a 07 de junho, 14h às 21h 

Ateliê dos Brics: 07/06, das 19h às 21h

Ingressos: R$120

Link de venda: 

http://www.sympla.com.br/event__2974681

Curadoria e concepção: Elis Valadares

MAR apresenta a mostra “Dança Barbot!” 

Dança Barbot! apresenta a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição conta com instalações, fotografias e vídeos, nos quais o público pode conhecer o trabalho pioneiro do artista.

Possibilitar que o público reflita sobre o corpo e a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR), ao convidá-lo a apreciar a mostra. Realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo, a exposição homenageia o legado do renomado artista. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan, com a assistência dos curadores Amanda Rezende, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos, além do curador convidado Gatto Larsen, que foi parceiro de vida de Barbot.

Na mostra, destacam-se registros de espetáculos emblemáticos e depoimentos de artistas que colaboraram com o coreógrafo. Para a curadoria, é importante ressaltar que, ao longo de sua trajetória, Barbot foi acompanhado por grandes fotógrafos, como Renan Cepeda, Léo Aversa e Wilton Montenegro. A exposição conta com a colaboração desses fotógrafos, que cederam as imagens que estão em exibição no Museu de Arte do Rio.

Com trabalhos centrados na cultura afro-brasileira, Barbot chega ao MAR com uma exposição única, que apresenta a contribuição deste bailarino que dedicou quase quarenta anos de sua vida à pesquisa dos movimentos dos corpos afro-brasileiros. “Acredito que a exposição está alinhada à linha curatorial do museu, ao plano museológico, que estabelece o MAR como um espaço de reflexão crítica sobre a história, não só da arte, mas também da arte contemporânea e de suas diversas linguagens artísticas. O Museu de Arte do Rio está trabalhando de maneira transversal, envolvendo diversas e diferentes linguagens”, destaca o diretor-executivo, Marcelo Velloso.

A mostra fica no MAR até o dia 31 de agosto de 2025.

 

Créditos: Beatriz Gimenes
Créditos: Beatriz Gimenes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Serviço: 

endereço: Museu de Arte do Rio -Praça Mauá, Centro, Rio de Janeiro-RJ

telefone: 21 3031-2741

Horário de funcionamento: Fechado às quartas-feiras/ Demais dias aberto.

Venda de Ingresso na bilheteria e/ou totens: 10h30 às 17h

Visitação ao pavilhão de exposições: 11h às 18h (ultima entrada às 17h)

Valor do Ingresso

Inteira: R$ 20,00

Meia-entrada: R$ 10,00

Terças-feiras: Gratuitas

Venda de Ingresso na bilheteria e/ou totens: 10h30 às 17h

www.museudeartedorio.org.br

 

Créditos: Beatriz Gimenes
Créditos: Beatriz Gimenes

Museu do Amanhã apresenta exposição sobre sonhos

O misterioso universo dos sonhos sob diferentes perspectivas é o tema da nova exposição do Museu do Amanhã. Selando uma inédita parceria curatorial com o neurocientista Sidarta Ribeiro, curador do próprio museu, “Sonhos: História, Ciência e Utopia” marca o início de uma programação comemorativa diversa pelos dez anos da instituição, a serem completados em dezembro de 2025.

A mostra apresenta a complexa teia dos sonhos — sejam lúcidos ou lúdicos, analisados por cientistas ou interpretados por esotéricos; os que moveram a psicanálise de Freud, inspiram a vida e a arte, ou os que dependem do descanso para promover saúde e qualidade de vida; sejam eles os sonhos dos ancestrais ou as utopias futuras.

Baseado em seu próprio livro “O Oráculo da Noite: A História e a Ciência do Sonho”, Sidarta, ao lado de Fabio Scarano, idealizou uma experiência tátil, científica e artística, proposta ao visitante por meio de recursos interativos, imagéticos e sensoriais.

Fabio Scarano comenta sobre a conexão entre a linha curatorial do biênio do Museu do Amanhã — que aborda diversas formas de inteligência para conceber futuros prováveis — e o tema da exposição: “Diferentes culturas lidam com o sonho não só como uma espécie de premonição, mas também como uma potência criativa de possibilidades que, em última instância, asseguram a própria preservação e perpetuação. Isso compõe a diversidade que a palavra ‘inteligência’ abriga.” E Sidarta conclui: “A esperança para nossa espécie — e tantas outras por nós ameaçadas — vem de um sonho compartilhado sobre um futuro verdadeiramente respeitoso, amoroso e — por que não? — delicioso de viver.”

Esse entendimento foi fundamental para o trabalho curatorial da dupla, que elaborou o percurso a ser atravessado pelo visitante entre ancestralidade, ciência, psicanálise, arte, utopias e uma boa oportunidade para um merecido relaxamento.

A mostra se inicia com a instalação “Labirinto — Somos Descendentes de Sonhadores”. Simulando um labirinto, com ilustrações, textos e jogos de luz e sombra, o visitante confere um panorama histórico de como os sonhos têm sido usados por diferentes povos e em diversas épocas como ferramentas de decisão, criação e aprendizado. Em seguida, em “Meditação — Sonhar-criar”, há um espaço de meditação guiada pela voz de Sidarta, aliada a sonoridades brasileiras. Com iluminação dinâmica e ativação olfativa, o local é revestido com materiais naturais e conta com redes, bancos e almofadas que provocam dinâmicas e atendem a diferentes necessidades.

 

Serviço:

endereço: Museu do Amanhã – Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20081-240

horário: Quinta a terça (fechado às quartas)  10h às 18h – Última entrada 17h

ingressos: www.sympla.com.br

exposição: até 27 de maio de 2025

 

 

 

 

 

 

 

MAC apresenta exposição em homenagem a Paulo Gustavo

O legado de Paulo Gustavo, um dos maiores talentos do humor brasileiro, recebe uma homenagem especial em formato de exposição imersiva e sensorial no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC). Com uma abordagem atual e multilíngue, “RIR, UM ATO DE RESISTÊNCIA” convida o público a vivenciar de perto a essência do artista, por meio de registros de sua vida pessoal e profissional, figurinos icônicos e sua admiração por obras contemporâneas. Mais do que um tributo à sua trajetória, o projeto, que nasce em sua cidade natal, é uma verdadeira imersão em sua irreverência, energia vibrante e amor pela arte.

Idealizada pela família, com Thales Bretas à frente do projeto, “RIR, UM ATO DE RESISTÊNCIA” conta com curadoria de Nicolas Martin Ferreira e co-curadoria de Juliana Cintra. A realização é da InterArt, com encerramento previsto para 1º de junho.

Thales Bretas, marido de Paulo Gustavo e idealizador do projeto, fala com carinho sobre a concepção:

“Esse é um presente cheio de amor para o público. A exposição foi pensada como uma homenagem afetuosa ao legado de Paulo Gustavo. Mais do que reviver sua genialidade, queremos acalentar o coração das pessoas de forma leve e inspirar novas gerações a enxergarem a arte e o humor como forças transformadoras e de resistência.”

A magia do riso e uma homenagem através da arte

Paulo Gustavo sempre enxergou o riso como um ato de resistência e transformação. Com uma abordagem lúdica e interativa, RIR, UM ATO DE RESISTÊNCIA convida o público a mergulhar em sua trajetória, explorando sua identidade cultural e suas paixões, como o teatro, a moda e as artes visuais.

Dividida em cinco galerias, a exposição apresenta registros inéditos de sua infância e juventude, além de figurinos icônicos de personagens inesquecíveis. Os visitantes poderão interagir com cenografias envolventes, reviver cenas marcantes de sua carreira e assistir a um curta-metragem exclusivo em um ambiente inspirado em uma sala de cinema.

GALERIA 1 – UMA VIDA À LUZ

Sua história é contada por meio de fotografias inéditas organizadas em uma linha do tempo que vai da infância à vida adulta. Episódios significativos ao lado da família e amigos se conectam a trajes e acessórios emblemáticos, exibidos em sofisticadas vitrines e manequins.

 

 

 

 

 

 

 

 

GALERIA 2 – O LÚDICO E O HUMOR

O encantamento do universo lúdico, do teatro e da comédia teve papel essencial na formação criativa de Paulo Gustavo. Em um cenário vibrante, o visitante se envolve com instalações interativas, peças representativas e elementos simbólicos. A experiência celebra sua devoção ao riso e à arte, com caixas de som reproduzindo falas memoráveis e um telão projetando momentos icônicos de palhaços que influenciaram sua trajetória no cinema e na televisão.

 

 

 

 

 

 

 

GALERIA 3 – A MODA COMO EXPRESSÃO

Uma projeção envolvente alterna registros de arquivo com figurinos marcantes, apresentados em requintados manequins. Seu estilo arrojado se traduz em sapatos cravejados de cristais, chapéus exuberantes e joias sofisticadas, onde cada detalhe conta um capítulo de sua jornada artística. Entre peças emblemáticas e itens de seu acervo pessoal, destacam-se criações de grifes renomadas como Comme des Garçons, Balmain, Saint Laurent e Gucci, além de exclusividades assinadas pelo estilista americano John Varvatos.

 

 

 

 

 

 

 

GALERIA 4 – UMA COLEÇÃO INSPIRADORA

Um conjunto notável de obras contemporâneas brasileiras, pertencente ao seu acervo particular, reflete suas inspirações e refinado olhar artístico. O espaço reúne trabalhos de grandes nomes como Miguel Rio Branco, Vik Muniz, Adriana Varejão, Os Gêmeos, Nelson Leirner, Rodrigo Matheus, Marcus Galan, Roberto Magalhães, Cristina Canale e Cinthia Marcelle. Na área externa do MAC, a escultura CDR-14, de Amilcar de Castro, com 2,5 metros de altura, simboliza sua presença marcante na cultura nacional.

 

 

 

 

 

 

GALERIA 5 – MULTISHOW APRESENTA 220 VOLTS DE HUMOR

Em colaboração com a TV Globo e o Multishow, uma acolhedora sala de exibição apresenta um curta-metragem exclusivo sobre a carreira de Paulo Gustavo. A seleção reúne cenas emblemáticas de suas produções no cinema, televisão e teatro, além de entrevistas inesquecíveis, proporcionando uma imersão no seu talento e revivendo as gargalhadas que deixou como legado.

 

Sobre o artista:

Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros, um artista completo. Ator, diretor, roteirista e apresentador, deixou sua marca na televisão, no cinema e no teatro, encantando o público com seu talento e carisma inigualáveis. Dono de uma trajetória extraordinária, tornou-se um dos maiores fenômenos de bilheteria do cinema nacional, conquistando milhões de espectadores com sua versatilidade artística e comunicação autêntica. Criador e intérprete da inesquecível Dona Hermínia, Paulo trouxe aos palcos e às telas uma personagem que dialogava diretamente com o povo brasileiro, abordando com sensibilidade e humor temas como família, diversidade e inclusão social. Além de sua genialidade cômica, foi um defensor incansável de causas sociais, usando sua arte como ferramenta para promover mudanças e dar voz a importantes questões. Seu humor afiado e carisma irresistível não apenas divertiram, mas também emocionaram, consolidando seu nome como um dos maiores ícones do entretenimento nacional.

Serviço

Exposição: Paulo Gustavo – “RIR, UM ATO DE RESISTÊNCIA”
Local: MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói / Mezanino
Período: até 01 de junho de 2025

Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até 17h30)

Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/n – Boa Viagem, Niterói – RJ
Classificação: Livre

Informações sobre ingressos no site oficial do MAC: https://culturaniteroi.com.br/macniteroi/visitacao#ingressos

 

MAC Niterói apresenta “Inverso – Sobre Infinitos em Nós”

Com curadoria de Bê Sancho, Inverso ocupa a varanda do MAC Niterói com pinturas, poesias e esculturas que estimulam novas percepções sobre pertencimento e coletividade. A exposição sugere um duplo movimento de observação: primeiro, para fora, explorando a vastidão do cosmo e a expansão da luz; depois, para dentro, buscando as origens da nossa humanidade compartilhada.

A exposição reúne artistas como Bê Sancho, Lê Briones, Veruska Bahiense e Wil Catarina e fica em cartaz até o dia 1º de junho.

Serviço: 

MAC Niterói apresenta “Inverso – Sobre Infinitos em Nós”

Endereço:  Mirante da Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem, Niterói

Bilheteria: De terça a Domingo, das 10h às 17:30

Galeria: De terça a Domingo, das 10h às 18h (entrada até 17:30).

Pátio: Diariamente das 9h às 18h

Ingressos:

A bilheteria encerrará suas atividades 30 minutos antes do horário de fechamento do espaço expositivo para mais informações, visite: http://www.macniteroi.com.br/

Para comprar seu bilhete on-line – www.sympla.com.br

 

Mac-niteroi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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