SHERATON GRAND RIO
RESORT EM PLENA CIDADE
ENTRE O MAR E A MONTANHA, A POUCOS MINUTOS DO LEBLON, UM DOS MAIS TRADICIONAIS HOTÉIS DO RIO DE JANEIRO REÚNE HOSPEDAGEM SOFISTICADA, LAZER VARIADO, GASTRONOMIA E ESTRUTURA PARA GRANDES EVENTOS. E TUDO ISSO NO MELHOR ESTILO PÉ NA AREIA.

Há mais de 50 anos integrado à paisagem carioca, o Sheraton Grand Rio Hotel & Resort ocupa uma posição diferenciada na hotelaria da cidade. Construído à beira de uma praia particular, combina a infraestrutura de um resort à proximidade de um dos bairros mais sofisticados do Rio, o Leblon, permitindo que o visitante possa aproveitar de forma fácil este ponto turístico ou, simplesmente, nem sair do hotel.
“A gente acredita que o hóspede hoje não busca só hospitalidade, ele busca experiência”, resume Sintia Gomes, gerente-geral do Sheraton Grand Rio. E estrutura para isso não falta. São 538 apartamentos, todos com varanda e vista para o mar, além de uma suíte presidencial com mais de 220 metros quadrados e uma das vistas mais privilegiadas da Cidade Maravilhosa.
Para quem prefere aproveitar o próprio resort, as opções passam por piscinas, kids club, spa, health club (com spa e sala de massagem), academia e três quadras de tênis de frente para o mar – uma de saibro e duas de piso duro. “O hotel oferece, para quem quer ficar, todas as facilidades”, destaca Sintia.
O perfil dos hóspedes ajuda a explicar a diversidade da estrutura. Pelo Sheraton, passam desde famílias e casais em lua de mel até executivos e grupos corporativos e de incentivo.
“Nós recebemos uma diversidade enorme de turistas, tanto a lazer como a negócios. Então, temos que oferecer para todo público uma experiência diferenciada”, afirma a gerente-geral.

NEGÓCIOS COM VISTA PARA O MAR
De fato, a vocação do Sheraton para o turismo de lazer convive com uma importante atuação no corporativo. O hotel possui 14 salas para eventos, sendo que a maior delas comporta até mil pessoas em formato de auditório. Há ainda estrutura própria de apoio, incluindo equipe audiovisual no local e menus desenvolvidos para diferentes formatos de encontros. “Esse segmento mudou bastante. Hoje, a gente quer proporcionar uma experiência muito boa para os participantes”, explica Elizandra Demczyszyn, diretora de vendas e marketing. E, nesse quesito, estar em um resort pé na areia sem deixar a cidade é um diferencial difícil de reproduzir.
A gastronomia completa a experiência. O Sheraton conta com quatro restaurantes, além de opções mais descontraídas. À frente de uma equipe de aproximadamente 110 profissionais, o chef executivo Ataniel Sousa define o conjunto como um verdadeiro polo gastronômico: “Temos conceitos bem diversificados para oferecer ao nosso hóspede, desde o francês ao italiano, mas a nossa ideia principal é focar sempre no conceito brasileiro, fazendo a nossa diversidade e conectando o destino, a viagem do hóspede, com o conceito do Brasil”.
Essa brasilidade também aparece de maneira mais informal. Na área da piscina, um food truck oferece espetinhos, sanduíches, petiscos de boteco e drinques, aproximando o cardápio da atmosfera carioca, enquanto outros espaços, como o Casarão e a Casa da Cachaça, ampliam as possibilidades gastronômicas.
Mas não é preciso estar hospedado para desfrutar de parte dessa estrutura. Os restaurantes são abertos ao público e o sistema de day pass permite que moradores do Rio vivam, por um dia, a experiência de estar em um resort, com acesso à área de piscina e ao serviço de praia privativa, com espreguiçadeiras e guarda-sóis. “O morador local pode vir passar um dia aqui com a gente e ter realmente a experiência de um hóspede”, ressalta Elizandra.
É justamente essa possibilidade de reunir diferentes experiências que mantém o Sheraton Grand Rio como um endereço de destaque na hotelaria carioca. Um resort urbano preparado para receber quem chega de longe, mas também quem mora no Rio e, por algumas horas, quer sentir que viajou com todo o requinte, sem precisar sair da cidade.
Luiz Strauss é presidente do Visit Rio






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Antes de se tornar um dos maiores grupos hoteleiros independentes do país, com 17 hotéis – 15 no Rio de Janeiro e dois em Brasília, totalizando mais de 4 mil apartamentos –, a Rede Windsor nasceu da visão de um imigrante espanhol que começou a vida no ramo de restaurantes. Em dezembro de 1986, José Oreiro enxergou o potencial em um antigo hotel no Centro do Rio e, com a ajuda de investidores, o transformou em Windsor Guanabara, o primeiro capítulo de uma história que, quatro décadas depois, se tornou referência em hospitalidade no Brasil.
Um dos destaques da Rede na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro é o Centro de Convenções & Hotéis Windsor, que engloba os hotéis Windsor Barra, Windsor Oceânico e Windsor Tower – só os três oferecem quase 1.170 quartos. O complexo tem 25 mil metros quadrados distribuídos em 97 salões multiusos. A maior plenária do espaço comporta até 2.500 pessoas, sendo que o evento mais significativo realizado no ambiente alcançou um público flutuante de 7 mil pessoas. Fábio Pacheco, gerente-geral do Windsor Barra, enaltece o empreendimento: “O nosso diferencial é conseguir unir todo esse ecossistema em um lugar só. Então, o cliente vem para participar de uma convenção e não precisa se deslocar. Aqui mesmo ele tem a hospedagem e, depois do compromisso, basta atravessar a rua e ir curtir uma praia”.

De um lado, a Praia da Barra. Do outro, a Lagoa de Marapendi. O Grand Hyatt Rio de Janeiro – da rede internacional de hotéis de luxo Hyatt – é o único hotel do Rio a oferecer esta configuração natural, que justifica ainda mais o seu título de Cidade Maravilhosa. “Nós somos um resort urbano. Oferecemos um passeio na Lagoa de Marapendi com uma bióloga, que explica sobre a fauna e flora da região. E o hóspede também pode usufruir de um serviço de praia, com cadeiras, toalhas e ombrelones, ficando lá com toda a segurança que um cinco estrelas pode lhe dar”, explica Alexandra Bueno, gerente-geral do Grand Hyatt.
Mas se o objetivo for trabalhar, o Grand Hyatt também cumpre muito bem o seu papel. “Nós temos o total de 2 mil m2 de espaço para eventos. Um dos salões permite até 600 pessoas, sendo muito usado para o corporativo e também para festas”, comenta a gerente-geral, completando que ainda há duas loft kitchens (espaços com cozinhas acopladas) e dez salas de reuniões. Tudo isso respeitando o conceito de design de todo o hotel, que combina conforto com arquitetura assinada por escritórios internacionais e mobiliário de grandes nomes do design. Já quem entra no saguão se surpreende com o piso, que traz linhas retas e desenhos geométricos em homenagem ao paisagista Roberto Burle Marx. E quer saber de outra coisa? O hotel é pet friendly! Então, até seu cãozinho pode caminhar sobre tanta arte.







Imagine uma Copacabana frequentada, em sua maioria, por pescadores, e com a população do Rio de Janeiro pouco ligando para esse imenso mar azul. Essa foi a realidade da Princesinha do Mar até 1919, quando o presidente Epitácio Pessoa decidiu tornar a bela praia num badalado ponto turístico, encomendando ao empresário Octavio Guinle um grande hotel em sua orla – que serviria, também, para hospedar com pompa as celebridades internacionais que viriam para a comemoração do Centenário da Independência, em 1922. Essa segunda intenção, contudo, não deu certo. A obra atrasou e foi apenas em 13 de agosto de 1923 que foi inaugurado um dos mais icônicos hotéis do mundo, o Copacabana Palace, que rapidamente se tornou símbolo de glamour e sofisticação.
Para entender melhor o que está por trás desse símbolo do luxo no Rio de Janeiro, conversamos com o português Ulisses Marreiros, gerente-geral do hotel desde 2021. Executivo da hotelaria global, ele já passou por outros estabelecimentos “luxury”, em locais como Espanha, Portugal e Maldivas. “Eu sou um sortudo por ter sempre trabalhado em hotéis espetaculares”, comemora. Porém, sua vinda para o Brasil, ainda no período da pandemia, não foi tão fácil. “Chegar ao Brasil, talvez num dos hotéis mais icônicos do mundo e uma instituição para a cidade, foi realmente um desafio enorme. Mas esse desafio só tem tido sucesso porque, durante 100 anos, várias pessoas trabalharam em prol deste hotel para que ele se tornasse uma referência. Aqui, nós temos sempre essa visão de honrar o passado, mas, ao mesmo tempo, inspirar o futuro”, conta.


Tudo começou em 1992, quando o chef italiano Dânio Braga inaugurou o Locanda Della Mimosa, em Petrópolis. A pequena pousada com apenas seis quartos logo se tornou referência não só para quem buscava se hospedar com tranquilidade e requinte, mas também para os fãs da alta gastronomia e da enologia. Só que a grande virada de chave aconteceu em 2014, quando a Locanda foi adquirida pelo engenheiro e empresário Luiz Fernando Gomes. O petropolitano, que já se dedicava a alguns empreendimentos imobiliários na região, chegou com garra e tratou de aumentar a capacidade da pousada para 24 suítes.

tempo, conseguimos alguns prêmios bacanas, não só para a gente, mas importantes também para a cidade”, lembra.
Entre os prêmios que o Locanda recebeu, está o de melhor carta de vinhos do Guia Quatro Rodas. E por que manter essa primazia apenas por ali? Não faria sentido para o empreendedor Luiz Fernando, e um passarinho nos contou que ele já está com o pezinho dentro de Areal, município que fica a 20 minutos de Itaipava e a 30 de Petrópolis, conhecido por sua produção de uvas. Será verdade? “Estamos realmente indo para Areal. Tem mais de 20 vinícolas instaladas naquela região, e não poderíamos perder essa chance. Afinal, o Locanda é totalmente voltado a essa área de gastronomia e de enologia”, revela.
Reconhecida como entidade de utilidade pública, a fundação possui mais de 200 empresas mantenedoras e trabalha para impulsionar a visibilidade global do Rio de Janeiro.







O Fairmont Rio se destaca, ainda, pelo seu pilar social, ressaltado por Netto Moreira. “Eu acho importante reconhecermos não somente o meio ambiente e a governança, mas também o pilar social. É um propósito de fé, de ser o coração da comunidade. Estar presente no coração da comunidade, em todas as suas localidades, pelo mundo. E aqui no Rio de Janeiro, não fazemos diferente”, ressaltou.
Os quartos do Fairmont Gold se destacam entre as categorias de altíssimo nível da unidade hoteleira e proporcionam uma experiência ímpar, devidamente personalizada para cada hóspede. A exclusividade é notoriamente observada logo na recepção, reservada em um lounge privativo. Além disso, prezando de maneira permanente pelas melhores experiências para os que chegam ao hotel, toda a equipe do Fairmont é preparada para atender a um pedido específico ou prestar assistência durante a estada de seus hóspedes.






