Rede Windsor
40 ANOS DE SUCESSO NO SETOR HOTELEIRO
DE UM ÚNICO HOTEL NO CENTRO DO RIO A UM DOS MAIORES GRUPOS INDEPENDENTES DO PAÍS. E LÁ SE VÃO QUATRO DÉCADAS ACOLHENDO HÓSPEDES, ACOMPANHANDO A EVOLUÇÃO DO TURISMO BRASILEIRO E ESCREVENDO UMA HISTÓRIA MARCADA PELO CRESCIMENTO E COMPROMISSO COM A EXCELÊNCIA.
Antes de se tornar um dos maiores grupos hoteleiros independentes do país, com 17 hotéis – 15 no Rio de Janeiro e dois em Brasília, totalizando mais de 4 mil apartamentos –, a Rede Windsor nasceu da visão de um imigrante espanhol que começou a vida no ramo de restaurantes. Em dezembro de 1986, José Oreiro enxergou o potencial em um antigo hotel no Centro do Rio e, com a ajuda de investidores, o transformou em Windsor Guanabara, o primeiro capítulo de uma história que, quatro décadas depois, se tornou referência em hospitalidade no Brasil.

Para conversar sobre essa trajetória marcada por solidez, confiança e compromisso com os hóspedes, visitamos o primeiro hotel da Rede na região da Barra da Tijuca: o Windsor Barra, que foi inaugurado em 2005. “Estamos vivendo um marco histórico importante”, afirma Bianca Rodrigues, gerente comercial da Rede Windsor, a respeito da conquista dos 40 anos de serviços memoráveis.
“Estamos presentes em toda a cidade, com excelência no atendimento e uma infraestrutura completa, tanto para o hóspede de lazer quanto para o corporativo. Nós recebemos delegações, autoridades, artistas e participantes dos maiores eventos nacionais e internacionais. E todos esses eventos, além de movimentarem o turismo e a economia, proporcionam uma visibilidade da nossa cidade internacionalmente e nacionalmente. A Rede Windsor tem muito orgulho de fazer parte desse desenvolvimento e da construção do nosso destino”, completa Bianca.
Um dos destaques da Rede na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro é o Centro de Convenções & Hotéis Windsor, que engloba os hotéis Windsor Barra, Windsor Oceânico e Windsor Tower – só os três oferecem quase 1.170 quartos. O complexo tem 25 mil metros quadrados distribuídos em 97 salões multiusos. A maior plenária do espaço comporta até 2.500 pessoas, sendo que o evento mais significativo realizado no ambiente alcançou um público flutuante de 7 mil pessoas. Fábio Pacheco, gerente-geral do Windsor Barra, enaltece o empreendimento: “O nosso diferencial é conseguir unir todo esse ecossistema em um lugar só. Então, o cliente vem para participar de uma convenção e não precisa se deslocar. Aqui mesmo ele tem a hospedagem e, depois do compromisso, basta atravessar a rua e ir curtir uma praia”.

Para completar, na Rede Windsor a boa experiência também passa pela gastronomia. E essa é a cereja do bolo na primeira unidade da Barra. “Nós temos um cuidado muito grande com a alimentação. Buscamos trazer produtos de qualidade, sejam fabricados localmente ou a mais de 100 quilômetros daqui, para oferecer aos nossos clientes aquilo que temos de melhor. Nossos alimentos e bebidas são muito conhecidos não só no Brasil, mas também no exterior, por conta da qualidade do serviço e da variedade de itens que colocamos no café da manhã”, assegura Marcos Pereira, gerente de Alimentos & Bebidas do Windsor Barra.

ENTRE O MAR E A LAGOA
Estando na Barra da Tijuca, aproveitamos para também conhecer mais um hotel da rede localizado nesse bairro: o Windsor Marapendi, que tem vista privilegiada para a praia e para as montanhas. O hotel combina conforto, sofisticação e serviços pensados para diferentes perfis de viajantes.
Além da estrutura moderna e da localização privilegiada, a unidade representa o compromisso da rede em evoluir constantemente, acompanhando as necessidades dos hóspedes e as tendências do setor turístico. E é nele que se encontra uma suíte presencial com 305 metros quadrados, para atender ao turista que busca um alto padrão, mercado que anda muito aquecido.
“Aqui, durante as Olimpíadas, tivemos a honra de hospedar reis, rainhas, príncipes, princesas e empresários. Aproveitamos esse espaço, que é extremamente contemporâneo e moderno, para cuidar definitivamente desse mercado de luxo. Temos uma equipe cuidando de cada pequeno detalhe. No momento da reserva, já buscamos as informações importantes, às vezes até confidenciais, para conhecer profundamente esse hóspede e atender a todas as suas preferências e expectativas”, explica Alexandre Esmeraldo, gerente-geral do Windsor Marapendi.
Não é à toa que, quatro décadas depois do início de sua trajetória, a Rede Windsor segue investindo em hospitalidade, inovação e experiências memoráveis. É uma história construída com dedicação, para continuar recebendo hóspedes do Brasil e do mundo por muitos e muitos anos.
Luiz Strauss é presidente do Visit Rio






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De um lado, a Praia da Barra. Do outro, a Lagoa de Marapendi. O Grand Hyatt Rio de Janeiro – da rede internacional de hotéis de luxo Hyatt – é o único hotel do Rio a oferecer esta configuração natural, que justifica ainda mais o seu título de Cidade Maravilhosa. “Nós somos um resort urbano. Oferecemos um passeio na Lagoa de Marapendi com uma bióloga, que explica sobre a fauna e flora da região. E o hóspede também pode usufruir de um serviço de praia, com cadeiras, toalhas e ombrelones, ficando lá com toda a segurança que um cinco estrelas pode lhe dar”, explica Alexandra Bueno, gerente-geral do Grand Hyatt.
Mas se o objetivo for trabalhar, o Grand Hyatt também cumpre muito bem o seu papel. “Nós temos o total de 2 mil m2 de espaço para eventos. Um dos salões permite até 600 pessoas, sendo muito usado para o corporativo e também para festas”, comenta a gerente-geral, completando que ainda há duas loft kitchens (espaços com cozinhas acopladas) e dez salas de reuniões. Tudo isso respeitando o conceito de design de todo o hotel, que combina conforto com arquitetura assinada por escritórios internacionais e mobiliário de grandes nomes do design. Já quem entra no saguão se surpreende com o piso, que traz linhas retas e desenhos geométricos em homenagem ao paisagista Roberto Burle Marx. E quer saber de outra coisa? O hotel é pet friendly! Então, até seu cãozinho pode caminhar sobre tanta arte.







Imagine uma Copacabana frequentada, em sua maioria, por pescadores, e com a população do Rio de Janeiro pouco ligando para esse imenso mar azul. Essa foi a realidade da Princesinha do Mar até 1919, quando o presidente Epitácio Pessoa decidiu tornar a bela praia num badalado ponto turístico, encomendando ao empresário Octavio Guinle um grande hotel em sua orla – que serviria, também, para hospedar com pompa as celebridades internacionais que viriam para a comemoração do Centenário da Independência, em 1922. Essa segunda intenção, contudo, não deu certo. A obra atrasou e foi apenas em 13 de agosto de 1923 que foi inaugurado um dos mais icônicos hotéis do mundo, o Copacabana Palace, que rapidamente se tornou símbolo de glamour e sofisticação.
Para entender melhor o que está por trás desse símbolo do luxo no Rio de Janeiro, conversamos com o português Ulisses Marreiros, gerente-geral do hotel desde 2021. Executivo da hotelaria global, ele já passou por outros estabelecimentos “luxury”, em locais como Espanha, Portugal e Maldivas. “Eu sou um sortudo por ter sempre trabalhado em hotéis espetaculares”, comemora. Porém, sua vinda para o Brasil, ainda no período da pandemia, não foi tão fácil. “Chegar ao Brasil, talvez num dos hotéis mais icônicos do mundo e uma instituição para a cidade, foi realmente um desafio enorme. Mas esse desafio só tem tido sucesso porque, durante 100 anos, várias pessoas trabalharam em prol deste hotel para que ele se tornasse uma referência. Aqui, nós temos sempre essa visão de honrar o passado, mas, ao mesmo tempo, inspirar o futuro”, conta.


Tudo começou em 1992, quando o chef italiano Dânio Braga inaugurou o Locanda Della Mimosa, em Petrópolis. A pequena pousada com apenas seis quartos logo se tornou referência não só para quem buscava se hospedar com tranquilidade e requinte, mas também para os fãs da alta gastronomia e da enologia. Só que a grande virada de chave aconteceu em 2014, quando a Locanda foi adquirida pelo engenheiro e empresário Luiz Fernando Gomes. O petropolitano, que já se dedicava a alguns empreendimentos imobiliários na região, chegou com garra e tratou de aumentar a capacidade da pousada para 24 suítes.

tempo, conseguimos alguns prêmios bacanas, não só para a gente, mas importantes também para a cidade”, lembra.
Entre os prêmios que o Locanda recebeu, está o de melhor carta de vinhos do Guia Quatro Rodas. E por que manter essa primazia apenas por ali? Não faria sentido para o empreendedor Luiz Fernando, e um passarinho nos contou que ele já está com o pezinho dentro de Areal, município que fica a 20 minutos de Itaipava e a 30 de Petrópolis, conhecido por sua produção de uvas. Será verdade? “Estamos realmente indo para Areal. Tem mais de 20 vinícolas instaladas naquela região, e não poderíamos perder essa chance. Afinal, o Locanda é totalmente voltado a essa área de gastronomia e de enologia”, revela.
Reconhecida como entidade de utilidade pública, a fundação possui mais de 200 empresas mantenedoras e trabalha para impulsionar a visibilidade global do Rio de Janeiro.







O Fairmont Rio se destaca, ainda, pelo seu pilar social, ressaltado por Netto Moreira. “Eu acho importante reconhecermos não somente o meio ambiente e a governança, mas também o pilar social. É um propósito de fé, de ser o coração da comunidade. Estar presente no coração da comunidade, em todas as suas localidades, pelo mundo. E aqui no Rio de Janeiro, não fazemos diferente”, ressaltou.
Os quartos do Fairmont Gold se destacam entre as categorias de altíssimo nível da unidade hoteleira e proporcionam uma experiência ímpar, devidamente personalizada para cada hóspede. A exclusividade é notoriamente observada logo na recepção, reservada em um lounge privativo. Além disso, prezando de maneira permanente pelas melhores experiências para os que chegam ao hotel, toda a equipe do Fairmont é preparada para atender a um pedido específico ou prestar assistência durante a estada de seus hóspedes.






