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Prefeitura do Rio inaugura nova sede da CIVITAS

Prefeitura do Rio inaugura nova sede da CIVITAS

Nova estrutura amplia vigilância, acelera investigações e reforça o uso da tecnologia na segurança pública

Fotos: Beth Santos/ Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio inaugurou, nesta terça-feira (13/1), a nova sede da CIVITAS Rio – Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública. A entrega da nova estrutura, que inclui uma moderna sala de situação, representa um avanço significativo na atuação operacional e tecnológica da central, triplicando a capacidade de vigilância da cidade e fortalecendo o desenvolvimento de soluções próprias voltadas ao apoio às investigações policiais.

Instalada no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio), a nova estrutura ocupa praticamente um andar inteiro do prédio. O número de profissionais dedicados à análise de dados e imagens saltou de 38 para 110, ampliando de forma expressiva o monitoramento urbano e a capacidade de resposta da central.

Durante a inauguração, o prefeito Eduardo Paes destacou o papel do município no apoio às forças de segurança do Estado. Segundo ele, a prefeitura contribui com políticas de ordem pública, combate a construções irregulares, atuação da Guarda Municipal e, agora, com o fortalecimento da CIVITAS.

Fotos: Beth Santos/ Prefeitura do Rio

“Em um mundo em que a tecnologia está presente em praticamente todas as áreas, não é aceitável que ela não seja usada para apoiar a segurança pública. A CIVITAS é um espaço de suporte às polícias Civil e Militar e ao sistema de Justiça, com o objetivo de acelerar a apuração e a investigação de crimes na cidade”, afirmou o prefeito.

A ampliação da central também se reflete no orçamento. O investimento anual da Prefeitura passou de R$ 16 milhões para R$ 180 milhões, consolidando a CIVITAS Rio como uma das mais modernas centrais municipais de inteligência do país. O reforço financeiro acompanha o crescimento das equipes, a modernização da infraestrutura tecnológica e o avanço de soluções desenvolvidas de acordo com as demandas específicas da cidade do Rio de Janeiro.

O vice-prefeito Eduardo Cavaliere ressaltou a evolução da central desde a sua criação.

“A CIVITAS começou como um projeto piloto há um ano e meio e hoje alcança um investimento de R$ 180 milhões anuais. Se o COR se tornou, nos últimos 15 anos, a principal referência em monitoramento urbano no Brasil, a CIVITAS nasce com a missão de ser, nos próximos 15 anos, a maior referência nacional em vigilância de cidades”, destacou.

Desde o início das atividades, em junho de 2024, a CIVITAS contava com cerca de 30 agentes operacionais dedicados à análise de imagens. Com a nova estrutura, esse número sobe para 92 profissionais atuando exclusivamente na operação. Grande parte da equipe é composta por guardas municipais readaptados, com amplo conhecimento do território, da dinâmica urbana e da segurança pública carioca.

Além dos agentes operacionais, a central reúne um corpo técnico multidisciplinar formado por físicos, matemáticos, cientistas de dados, analistas, desenvolvedores e programadores. Esses profissionais integram o Laboratório de Tecnologia e Dados, responsável pela criação de estudos, modelos analíticos e soluções inovadoras baseadas em dados. O laboratório mais que dobrou de tamanho, passando de oito para 18 integrantes, e atua diretamente no aprimoramento das ferramentas internas e no desenvolvimento de tecnologias que apoiam as forças policiais e o sistema de Justiça.

 

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